O malfadado inquérito das fake news é possivelmente o mais sigiloso da história do judiciário brasileiro.
Aliás, o termo correto não é sigiloso. É “secreto”.
Algo absolutamente inusitado e incompreensível.
Advogados não conseguem ter acesso aos autos.
Indiciados alegam não ter conhecimento sobre os motivos pelos quais estão sendo investigados.
Tudo isso sob o silêncio e a cumplicidade da OAB e da extrema-imprensa.
O ministro Alexandre de Moraes, ao que parece, cavou um buraco muito profundo, caiu dentro e não vê meios de sair.
E a questão é muito simples. Não obstante todas as arbitrariedades já cometidas, não está conseguindo criminalizar os ‘investigados’.
Dai se compreende porque o inquérito é mantido “secreto”. Não há crime.
Isso não pode perdurar por muito tempo. Em algum momento tudo virá à tona.
Nesse sentido, o jornalista Bernardo Kuster, que, através de uma fonte, afirma ter conseguido ter acesso ao conteúdo do inquérito, explica com propriedade a questão.